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De maio a outubro há Arte(S)em Palco em Reguengos de Monsaraz

05 mai, 2021 - 15:44 • Rosário Silva

Concertos e espetáculos de teatro e de marionetas integram o vasto programa do Festival Arte(s)em Palco que se vai prolongar pelos próximos seis meses.

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Com o teatro “Parda”, pelo TEatroensaio, arranca a 9 de maio, em Monsaraz, o Festival Arte(s)em Palco. Uma iniciativa da Bolsa D’Originais – Associação Cultural, com o apoio do município de Reguengos de Monsaraz e da Direção-Geral das Artes.

Entre maio e outubro, o evento “vai realizar 15 concertos e espetáculos de teatro e de marionetas”, em todas as freguesias do concelho, “com entrada livre e lugares limitados, de acordo com as normas da Direção Geral da Saúde”, indicam os promotores.

O pontapé de saída é dado pelo TEatroensaio, uma companhia do Porto que apresenta no Alentejo a peça “Parda”, a partir de um texto de Gil Vicente, dirigida por Pedro Estorninho e interpretada por Inês Leite. Começa às onze da manhã do próximo domingo, na Igreja de Santiago, em Monsaraz, regressando à cena a 16 de maio, na aldeia de Caridade.

O programa prossegue a 22 de maio, com um concerto de percussão e bombos tradicionais, desta vez na Praça Bernardino José Cruz, na localidade de Campinho. Atua o percussionista Aldovino Munguambe que convidou o grupo de bombos tradicionais Tomba-Lobos, da vila alentejana de Redondo.

“Neste concerto intitulado “Marimba Spiritual” será interpretada uma das peças mais icónicas do repertório para marimba, escrita pelo compositor japonês Minoru Miki como sinal de revolta e alerta sobre a fome que se viveu em África, entre 1980 e 1990”, esclarece a organização.

No roteiro pelo concelho de Reguengos de Monsaraz, “Guirimbadu”, um projeto criado em 2017, por Eudoro Grade na guitarra e Vasco Ramalho na marimba, vai apresentar-se a 12 de junho, em Telheiro, e no dia 4 de julho, em Carrapatelo.

“Este duo tem tocado em festivais em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália e Montenegro e interpreta melodias desde Bach aos Beatles, passando por Gismonti e Villa-Lobos, mas também pela música portuguesa”, destaca a Bolsa D’Originais – Associação Cultural.

Ainda no mês de junho, “La Mar de la Musica Ensemble”, que reúne os músicos Eduardo Ramos, Joana Godinh e Daniela Tomaz, apresenta o seu repertório de música medieval de raiz mediterrânica nos dias 19 e 20, respetivamente em Santo António do Baldio e Outeiro.

De acordo com a organização, “o ensemble evoca o património musical do território do Gharb Al-Andalus, procurando evidenciar as culturas coexistentes na Península Ibérica até finais do século XV, através de uma seleção de temas seculares e religiosos transversais à cultura cristã, mourisca e sefardita.”

Logo no início de julho, dia 3, é a vez de S. Pedro do Corval acolher o Festival Arte(s)em Palco, com “Voces Splendentes”, um ensemble vocal de Évora que integra cantores e músicos profissionais com experiência no âmbito do repertório coral e de câmara. O “Duo Lundú” com Joana Godinho e José Farinha atua a 10 de julho, em S. Marcos do Campo e a 9 de outubro, na Barrada.

Já o grupo Al’Marafado apresenta-se no dia 18 de julho, em Motrinos e no dia 26 de setembro, na Cumeada. Vão ouvir-se “na primeira parte do concerto canções intemporais de Zeca Afonso, Fausto, Vitorino e de outros nomes icónicos da música portuguesa e da canção de intervenção”, e numa segunda parte, “os ritmos quentes do Brasil, com destaque para as músicas e os poemas de Tom Jobim e de Chico Buarque.”

A Trulé Marionetas, de Évora, com os robertos tradicionais e música ao vivo, dá o seu espetáculo ao ar livre a 4 de setembro, na Praça da Liberdade, em Reguengos de Monsaraz e a 2 de outubro, no jardim público em Perolivas.

O Festival Arte(S)em Palco encerra a 18 de setembro, com o Quinteto de Metais Alentejano e o Grupo Coral da Casa do Povo de Reguengos de Monsaraz, onde se vão cruzar a música de câmara erudita e o Cante Alentejano.

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