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Conselho de Ministros

Desconfinamento. Lisboa em alerta, Arganil e Golegã recuam, Lamego avança

27 mai, 2021 - 16:50 • Fábio Monteiro

Situação de calamidade mantém-se até 13 de junho. “Risco é mais significativo do que há duas semanas”, diz Mariana Vieira da Silva.

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A situação de calamidade nacional vai manter-se até às 23h59 de 13 de junho, anunciou a ministra da Presidência Mariana Vieira da Silva, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros desta quinta-feira.

A governante frisou o “risco é mais significativo do que há duas semanas”, apesar de o país estar “numa zona de baixa incidência”.

Dois municípios vão recuar no processo de desconfinamento - Arganil e Golegã -, dois mantêm-se numa fase intermédia – Montalegre e Odemira –, e um – Lamego – avança para o mesmo nível que o resto do país.

Arganil fica condicionado pelas medidas que estavam em vigor a 5 de abril; Golegã, Montalegre e Odemira nas de 19 de abril.

Há sete municípios em alerta: Chamusca, Lisboa, Salvaterra de Magos, Tavira, Vale de Cambra, Vila do Bispo e Vila Nova de Paiva.

Relativamente a Lisboa e Vale do Tejo, a ministra assumiu que a região “tem níveis de incidência crescentes” e que os números “são motivo e preocupação”.

O Governo aprovou um conjunto de medidas para combater o número crescente de casos. “A aceleração dos testes que estavam previstos, a realização de testes em pontos específicos onde foram identificados casos de forma a acelerar os isolamentos”, disse.

Caso não ocorra nenhuma mudança nos critérios da matriz de risco - o que está em cima da mesa e será discutido na reunião no Infarmed -, Lisboa pode recuar no desconfinamento já na próxima semana.

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