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Costa sai “com outro ânimo e esperança” da tomada de posse de Marcelo

09 mar, 2021 - 12:19 • Redação

Primeiro-ministro comprometido com uma "cooperação institucional como de solidariedade estratégica" com o Presidente da República, para vencer a crise provocada pela pandemia.

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O primeiro-ministro, António Costa, espera neste segundo mandato do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a continuação da cooperação institucional.

O discurso de Marcelo Rebelo de Sousa, esta terça-feira, na cerimónia de tomada de posse na Assembleia da República, é animador e reconfortante, afirma o chefe do Governo.

“Ao fim de um ano tão duro, acho que todos saímos com outro ânimo, reconfortados com o sentido de esperança e de confiança de que é possível vencer esta crise, virar esta página e reconstruir o país”, declarou António Costa aos jornalistas.

“Creio que é uma agenda muito clara, não só de cooperação institucional como de solidariedade estratégica, que unirá, seguramente, os portugueses em torno do mandato do senhor Presidente da República. Ao senhor Presidente da República as maiores felicidades para este início de mandato”, sublinhou o primeiro-ministro.


No discurso de tomada de posse para o segundo mandato, Marcelo Rebelo de Sousa fez um balanço dos últimos anos e disse que "queremos melhor democracia onde a liberdade não seja esvaziada pela pobreza".

O Presidente da República tomou posse para o segundo mandato com apelos à estabilidade e defesa da democracia e metas para a luta contra a pandemia e para a reconstrução da sociedade. É urgente construir “um só Portugal”, declarou.

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que "é o mesmo de há cinco anos e de ontem", com independência, espírito de compromisso e estabilidade, e que assim será com qualquer Governo e maioria parlamentar.

"Portugueses, resta lembrar o óbvio. Sou o mesmo de há cinco anos, sou o mesmo de ontem, nos mesmos exatos termos eleito e reeleito para ser Presidente de todos vós, com independência, espírito de compromisso e estabilidade, proximidade, afeto, preferência pelos excluídos, honestidade, convergência no essencial, alternativa entre duas áreas fortes, sustentáveis e credíveis, rejeição de messianismos presidenciais, no exercício de poder ou na antecipada nostalgia do termo desse exercício, no respeito pela diferença e pelo pluralismo, na construção da justiça social, no orgulho de ser Portugal, de ser português", afirmou.

O chefe de Estado prometeu que "foi assim, assim será, com qualquer maioria parlamentar, com qualquer Governo, antes e depois das eleições autárquicas, antes e depois das eleições parlamentares, antes e depois das eleições europeias, antes e depois dos 50 anos do 25 de Abril em 2024".

"Que os próximos cinco anos possam ser mais razão de esperança do que de desilusão, é o nosso sonho e é o nosso propósito, um ano decorrido sobre tanto luto, tanto sacrifício, tanta solidão", acrescentou.

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