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Queimódromo do Porto "pode não reabrir" à vacinação Covid-19

12 ago, 2021 - 18:50 • Redação, com Lusa

A vacinação no Queimódromo do Porto foi suspensa devido a uma avaria nos frigoríficos, que poderá ou não ter afetado as vacinas administradas nos dias 9 e 10 de agosto. Vice-almirante Gouveia e Melo diz que as pessoas vão ser contactadas.

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O Queimódromo do Porto pode não reabrir para vacinação contra a Covid-19, admite o coordenador do plano de vacinação, o vice-almirante Gouveia e Melo, em declarações à RTP.

"Eventualmente pode não reabrir. Eu tenho que investigar porque é que os protocolos de segurança falharam e porque é que falharam naquela situação, que não deviam ter falhado porque nós temos redundâncias dos protocolos de segurança", declarou o líder da "task force".

"Foi a redundância do protocolo de segurança que nos permitiu detetar o problema. Enquanto não tivermos confiança na operação não podemos abrir aquele centro de vacinação. Em último caso é essa a consequência [não voltar a abrir]", sublinhou.

As pessoas vacinadas contra a Covid-19 no Queimódromo do Porto, na segunda e terça-feira, vão ser contactadas pelos serviços de saúde.

A medida de precaução foi anunciada esta quinta-feira pelo coordenador do plano de vacinação, o vice-almirante Gouveia e Melo, nestas declarações à RTP.

A vacinação no Queimódromo do Porto foi suspensa devido a uma avaria nos frigoríficos, que poderá ou não ter afetado as vacinas administradas nos dias 9 e 10 de agosto.

“Vamos contactá-los a todos. Vão ser seguidos pela DGS e pelo Infarmed no sentido de se monitorizar ou não a reação dessas pessoas à vacina”, explica o vice-almirante Gouveia e Melo.

“Apesar da vacina ter sido administrada fora do padrão, pode ser eficaz e temos de monitorizar. Já estamos a preparar-nos para contactar esses utentes. Eles não têm que ter nenhum receio. A única consequência é o ato vacinal não ser útil e terem de repetir tudo, mas se calhar com grande probabilidade o ato vacinal é útil. Agora temos de medir isso”, frisou o responsável da “task force”.


Entretanto, os laboratórios Unilabs confirmaram à agência Lusa ter havido “um problema” no frigorífico de armazenamento das vacinas no centro de vacinação do Queimódromo, no Porto, tendo o mesmo sido resolvido logo que detetado.

“A Unilabs confirma ter havido uma falha na cadeia de frio no centro de vacinação do Queimódromo, no Porto. A situação foi prontamente resolvida assim que detetada”, referiu fonte oficial da Unilabs.

Por este motivo, a vacinação contra a covid-19 no Queimódromo do Porto foi suspensa pela coordenação da ‘task-force’ e pedida uma investigação à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).

A Unilabs explicou que “o problema ocorreu no frigorífico de armazenamento das vacinas, tendo a sua causa sido já devidamente analisada, interna e externamente, com as medidas de mitigação e reforço da prevenção desta ocorrência a serem postas em prática”.

Foram ainda alertadas as autoridades de saúde competentes no processo de vacinação para poderem ser postos em prática os protocolos necessários de salvaguarda de todos os utentes, acrescentou.

“Temos, neste momento, as nossas equipas no terreno, com os demais parceiros do centro de vacinação do Queimódromo, estando operacionais a partir deste sábado para que, se as autoridades de saúde e a `Task-Force´ assim o entendam, possamos continuar a apoiar o país no esforço de vacinação”, concluiu a fonte.

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