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Covid-19: totalidade dos utentes dos lares e cuidados continuados já recebeu 1ª dose da vacina

22 mar, 2021 - 19:35 • Lusa

O relatório realizado pela Estrutura de Monitorização do Estado de Emergência dá também conta que, entre os 180.271 profissionais de saúde já vacinados, 121.865 eram profissionais do Serviço Nacional de Saúde e 58.406 outros profissionais de saúde do setor privado.

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Todas as 200 mil pessoas dos lares de idosos e das unidades de cuidados continuados já receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19, indica o último relatório do estado de emergência.

O documento, referente ao período 15 de fevereiro a 1 de março e entregue esta segunda-feira na Assembleia da República, dá conta que nos estabelecimentos residenciais para idosos e na rede nacional de cuidados continuados integrados, onde existem cerca de 200 mil pessoas a vacinar, "já haviam recebido pelo menos a primeira dose a totalidade do seu universo".

O relatório realizado pela Estrutura de Monitorização do Estado de Emergência, coordenada pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, dá também conta que, entre os 180.271 profissionais de saúde já vacinados, 121.865 eram profissionais do Serviço Nacional de Saúde e 58.406 outros profissionais de saúde do setor privado.

O documento, que vai ser discutido na quinta-feira na Assembleia da República, dá conta que se realizaram no país, até 1 de março, 8.261.810 testes de diagnóstico à covid-19.

Segundo o mesmo relatório do Governo, o dia em que mais testes se realizaram desde o início da pandemia foi a 22 de janeiro, num total de 76.965.

O documento da Estrutura de Monitorização do Estado de Emergência faz um ponto de situação das casas de acolhimento de crianças e jovens, que acolhem um total de 4.926, e onde está a ser feito acompanhamento desde abril de 2020.

Desde essa data que se registou um aumento de crianças e jovens no sistema de acolhimento nos distritos de Bragança, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto e Setúbal, enquanto em Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Portalegre, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu se verificou uma descida.

O relatório refere que se registou, desde o início da pandemia, uma diminuição de 60% das crianças e jovens que se encontravam nas famílias de origem e um aumento, em janeiro, de comportamentos de fuga, podendo ser indicador "de maior desgaste, cansaço dos jovens face à situação pandémica".

O documento indica ainda que, entre 15 de fevereiro e 1 de março, foram servidas nas escolas, em média, mais de 42.600 refeições diárias a alunos beneficiários da ação social escolar.

Outra das conclusões deste 11.º estado de emergência é que a média diária de alunos a frequentar presencialmente a escola foi subindo de semana para semana, tendo rondado, entre 15 de fevereiro e 1 de março, os 15.900 alunos, em média, por dia.

Destes 15.900 alunos, cerca de 6.500 eram filhos de trabalhadores essenciais, mais de 5.200 alunos para quem o ensino a distância se revela ineficaz e cerca de 4.200 alunos que necessitam de terapias ou medidas adicionais.

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