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Covid-19: Reino Unido realiza primeiro festival de música sem restrições

23 jul, 2021 - 23:14 • Lusa

No recinto ao ar livre, no condado de Suffolk, estão montadas centenas de tendas de campismo para os espectadores que esgotaram a edição deste ano do Festival Latitude, depois de ter sido cancelado em 2020 por causa da Covid-19.

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Milhares de pessoas estão desde quinta-feira em Henham Park, no sudeste do Reino Unido, a participarem no festival de música Latitude, o primeiro a acontecer sem restrições em tempo de pandemia.

No recinto ao ar livre, no condado de Suffolk, estão montadas centenas de tendas de campismo para os espectadores que esgotaram a edição deste ano do Festival Latitude, depois de ter sido cancelado em 2020 por causa da Covid-19.

Segundo a BBC, a expetativa é de 40.000 espectadores em cada um dos quatro dias do festival, que é apresentado como um evento-piloto depois de o governo britânico ter levantado as principais restrições associadas à Covid-19.

Significa que no festival não há distanciamento social nem uso obrigatório de máscaras, mas será feita uma avaliação aos riscos associados, escreve a BBC.

Para poderem entrar no festival, aos espectadores é exigido teste negativo à Covid-19 ou comprovativo de vacinação.

O New Musicl Express noticia que à entrada do recinto é possível fazer testes rápidos e que durante o fim de semana haverá um posto médico móvel de vacinação para quem precisar, e estiver apto, a tomar a segunda dose de inoculação.

O festival conta com nomes como Wolf Alice, Chemical Brothers, Damon Albarn e Bastille, mas alguns dos confirmados do cartaz tiveram de cancelar por terem contraído Covid-19, nomeadamente a cantora Arlo Parks e os Fontaines DC.

A maioria dos grandes festivais de música foram adiados ou cancelados, a nível global, por causa da pandemia da Covid-19.

Em Portugal, o verão de 2020 também decorreu sem os festivais de música, com a associação do setor a estimar uma perda de cerca de 1,6 mil milhões de euros, e este ano, a maioria dos eventos de grande escala voltou a ser adiada por causa das restrições para limitar a propagação do vírus, pela situação pandémica noutros países, pelos diferenciados ritmos de vacinação e pela falta de clarificação das regras de realização deste tipo de eventos.

Entre abril e maio foram realizados quatro eventos-piloto em Braga, Coimbra e Lisboa, com plateia sentada e em pé, e com a realização prévia de testes de diagnóstico, gratuitos, aos espectadores, em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa.

O objetivo destes eventos era definir, segundo o Governo, “novas orientações técnicas e a realização de testes de diagnóstico de SARS-CoV-2 para a realização de espetáculos e festivais”, mas ainda não são conhecidos os resultados destas iniciativas.

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