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Vacinas da Pfizer e AstraZeneca eficazes contra a variante indiana

23 mai, 2021 - 10:07 • Vítor Mesquita , Daniela Espírito Santo

A investigação decorreu entre 5 de abril e 16 de maio e incluiu 1054 pessoas infetadas com a variante indiana do novo coronavírus.

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As vacinas da Pfizer e AstraZeneca são eficazes contra a variante indiana. É o que diz um estudo do serviço nacional de saúde inglês, citado este fim de semana pelo jornal The Guardian.

No caso da Pfizer, a eficácia é de 88% em caso de doença assintomática duas semanas após a segunda dose. Em relação à AstraZeneca, a eficácia é de 60% em circunstâncias semelhantes. No entanto, a investigação sugere que a vacina da Astrazeneca demora mais tempo a atingir o "pico" de eficácia, pelo que o nível de proteção que apresenta poderá aumentar com o tempo.

"Agora é cada vez mais clara a importância da segunda dose [da vacina] para garantir a proteção mais forte possível contra a covid-19 e as suas variantes", diz a secretária de saúde, Matt Hancock, que apela a todos os britânicos para que se vacinem assim que lhes for oferecida essa possibilidade.

Igual interpretação do estudo faz uma das responsáveis pela estratégia britânica contra a Covid-19, a médica Susan Hopkins que, citada pelo The Guardian, garante que o resultado deste estudo "é uma notícia realmente boa".

A investigação decorreu entre 5 de abril e 16 de maio e incluiu 1054 pessoas infetadas com a variante indiana do novo coronavírus. Segundo o jornal britânico, os especialistas esperam que as vacinas sejam também extremamente eficazes a evitar casos graves, internamentos ou mortes.

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  • Ivo Pestana
    23 mai, 2021 Funchal 12:21
    Acho discriminatório andarem sempre a evocar mutações com o nome de nacionalidades. As mutações aparecem em qualquer ponto do mundo. Indiana, brasileira, sul africana, inglesa...já chateia ouvir e ler tal coisa. A própria oms ainda não provou a origem do vírus e até pode não ser de whuan. Anda meio mundo a enganar o outro.

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