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Administradas mais de 200 milhões de vacinas contra a Covid-19

20 fev, 2021 - 14:41 • Lusa

Cerca de 45% das doses de vacinas foram administradas nos países ricos do G7 (onde vive 10% da população mundial). Israel é de longe o país mais avançado.

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Mais de 200 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram administradas em, pelo menos, 107 países ou territórios, de acordo com uma contagem da agência AFP com base em fontes oficiais.

Cerca de 45% das doses de vacinas foram administradas nos países ricos do G7 (onde vive 10% da população mundial), cujos membros se comprometeram na sexta-feira a partilhar melhor as doses com os países pobres.

O número total é subestimado porque dois grandes países, a China e a Rússia, não comunicaram novos dados durante os últimos dez dias.

Até à data, mais de nove em cada dez doses (92%) foram administradas em países de rendimento alto ou médio-alto (como definido pelo Banco Mundial), que representam pouco mais de metade da população mundial (53%).

Dos 29 países de “baixo” rendimento, apenas a Guiné Conacri e o Ruanda iniciaram a imunização.

Israel é de longe o país mais avançado, com quase metade (49%) da sua população com pelo menos uma dose. Um em cada três israelitas (33%) recebeu mesmo a segunda dose, completando assim o processo de vacinação.

Outros países que ultrapassaram a marca dos 10% da população com pelo menos uma dose são o Reino Unido (25%), Bahrein (16%), Estados Unidos (13%), Chile (12%), Seicheles (43%) e Maldivas (12%).

Em termos do número de doses administradas nos Emirados Árabes Unidos, entre 25% e 50% da sua população recebeu pelo menos uma dose, mas o país não fornece números mais precisos sobre o número de pessoas em causa.

Em termos absolutos, os Estados Unidos lideram, com 59,6 milhões de doses administradas, à frente da China (40,5 milhões em 9 de fevereiro), do Reino Unido (17,5 milhões), da Índia (10,7 milhões) e de Israel (7,1 milhões).

Os sete membros do G7 (Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Japão e Estados Unidos) comprometeram-se na sexta-feira a melhorar a distribuição de doses com os países pobres.

A pandemia fez mais de 2,45 milhões de mortos no mundo desde o primeiro caso notificado na China, segundo o balanço da agência France-Presse, que revela um aumento de quase 11 mil óbitos nas últimas 24 horas.

Os números mostram também que já houve mais de 110.700.000 casos de infeção oficialmente diagnosticados, dos quais 67.895.900 foram considerados curados.

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