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Morte sem adeus. Como os funerais de Covid-19 transformam o luto

18 abr, 2020 - 18:43 • Joana Bourgard

António (nome fictício), foi uma das vítimas de Covid-19 durante os cinco dias da Páscoa em que esteve limitada a circulação de pessoas entre concelhos. A família vive fora de Lisboa e não pôde deslocar-se até ao Cemitério dos Olivais para despedir-se.

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Durante os cinco dias de Páscoa, morreram 1.707 pessoas em Portugal, dos quais 155 foram de Covid-19. Os funerais de vítimas do novo coronavírus têm medidas de segurança mais rigorosas, mas todos estão condicionados a um número máximo de pessoas e a limite de tempo. De acordo com Hugo Lucas, psicólogo especialista em cuidades paliativos, o impedimento de participar nas cerimónias fúnebres pode levar a "sentimentos de culpa e de grande sofrimento".

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