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O presidente do Sindicato Independente dos Médicos, Jorge Roque da Cunha, considera uma desconsideração a medida avançada pelo Governo que prevê que os filhos de trabalhadores considerados essenciais possam ir para a escola.

“Parece-me um pouco estranho que medidas que afetem pessoas que estão na linha da frente e que têm de ser bem tratadas, na prática sejam desconsideradas”, diz à Renascença Roque da Cunha.

“O nosso apelo é que o ministro da Saúde e o primeiro-ministro falem connosco, antes de tomar este tipo de decisões”, acrescenta.

Roque da Cunha lembra que “os médicos têm sido de uma dedicação extrema, dadas as insuficiências do Serviço Nacional de Saúde” e lamenta que “o Governo queira, de uma maneira precipitada resolver um problema”.

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