Até ao final da atual legislatura está garantido, no mínimo, "um reforço mensal de 234 euros para os trabalhadores", destaca o ministro da Presidência.
Paralisação na educação e saúde teve uma maior expressão na zona Norte, onde a adesão foi de 90%. Na região de Lisboa, a greve teve um impacto entre os 50% e os 60%.
O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte lamentou a "lentidão" do Governo nas negociações, apontando o dedo à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, por esta não chamar esta estrutura sindical a negociar desde julho.
Economista admite que, com a inflação prevista para 2025, o aumento antecipado para a Função Pública "não repõe poder de compra, quer passado, quer futuro".
O vice-secretário-geral da Fesap preferiu não antecipar expectativas de adesão e lembrou ainda que "para os hospitais há serviços mínimos", tal como obrigatório por lei.
Esta terça-feira, numa reunião com os representantes dos sindicatos da Administração Pública, o Governo apresentou a proposta do que pretende alterar na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas.
O STE e a Frente Comum consideram que as mexidas que o Governo quer fazer à lei do trabalho em funções públicas são de "pormenor", mas dizem que vão analisar para perceber as implicações.
A Frente Sindical e a Fesap, ambas afetas à UGT, assinaram esta quarta-feira com o Governo o novo acordo plurianual de valorização dos trabalhadores da Administração Pública, ficando a Frente Comum de fora.