Tem 26 anos, é católica e trabalha na zona onde nasceu e cresceu: a Cisjordânia. Foi baleada numa reportagem no momento em que tentava tirar uma fotografia a quem lhe apontava uma arma. Começou por escrever nas redes sociais sobre os amigos palestinianos detidos durante a faculdade.
O comandante do exército israelita, Eyal Zamir, manifestou a intenção de pôr fim aos ataques de colonos, onde a ONU registou, em outubro, um pico de violência em quase duas décadas.
Rawan Sulaiman defende como prioridade a assistência imediata aos cidadãos de Gaza. A embaixadora, que confessa que o anúncio do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas a fez chorar, defende que os próximos passos se foquem no cumprimento do direito internacional nos territórios ocupados, antes de se conseguir falar futura relação pacífica com Israel.
Sharaf DarZaid atua esta quarta-feira no Auditório Camões, em Lisboa, onde apresenta a performance “Amor em Tempos de Apartheid”. O coreógrafo e bailarino vive na Cisjordânia e denuncia uma política de isolamento que impede artistas palestinianos de se expressarem além-fronteiras – e que se agravou nos últimos dois anos.
"Temos uma oportunidade real de alcançar algo grande no Oriente Médio. Todos estão prontos para algo especial, algo inédito. Nós vamos conseguir", escreveu o líder da Casa Branca.
Durante o ataque na Universidade de Ramallah, as forças israelitas afixaram panfletos em árabe alertando os estudantes de que "podem vir a pagar um preço elevado" se participarem em atividades da ala estudantil do Hamas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou, paralelamente, "o direito do Estado de Israel à existência e as suas efetivas necessidades de segurança", pediu um cessar-fogo e a libertação dos reféns do Hamas, mas criticou Israel por uma "resposta manifestamente desproporcional".
O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou, paralelamente, "o direito do Estado de Israel à existência e as suas efetivas necessidades de segurança", pediu um cessar-fogo e a libertação dos reféns do Hamas, mas criticou Israel por uma "resposta manifestamente desproporcional".
O Reino Unido, o Canadá e a Austrália anunciaram este domingo o reconhecimento do Estado da Palestina, confirmando uma decisão que já tinha sido anunciada anteriormente.
"Precisamos que a diplomacia silencie as armas e evite uma escalada, acesso humanitário para chegar às pessoas necessitadas e um forte apoio aos esforços regionais para reconstruir a confiança e as instituições", diz secretário-geral das Nações Unidas.