Histórico socialista responde às vozes que, dentro do PS, reprovaram a iniciativa presidencial do antigo secretário-geral. A mais recente, na Renascença, foi Mariana Vieira da Silva. “Acho que os dois ou três casos de que falou não representam rigorosamente nada."
Com a campanha a subir para Norte e a ganhar fôlego, Carneiro chamou Vieira da Silva, Santos Silva e Medina para mostrar como o PS deve regressar "ao primeiro lugar que merece". Sobre a Palestina ou o Orçamento do Estado, o líder do PS pouco fala, mas em Guimarães anunciou que quer um novo feriado nacional.
Antigo presidente da Assembleia da República está confiante na eleição do presidente da Associação Nacional de Municípios. Conselho Estratégico do PS vai reunir-se pela primeira vez e tem o Ensino Superior como prioridade. Extinção da FCT preocupa socialistas.
O socialista afirma que o primeiro-ministro não fica diminuído por ter interposto um pedido de oposição à consulta pública da sua declaração de rendimentos e dos clientes da empresa Spinumviva.
O antigo ministro das Finanças não revela se irá ou não apoiar uma eventual candidatura de Santos Silva e defende que José Luís Carneiro deve esperar pelo final das autárquicas para decidir se o PS avança com o apoio a algum candidato. Miguel Poiares Maduro acredita que uma candidatura do ex-Presidente da Assembleia da República vai "facilitar" a vida ao líder do PS.
O antigo ministro das Finanças não revela se irá ou não apoiar uma eventual candidatura de Santos Silva e defende que José Luís Carneiro deve esperar pelo final das autárquicas para decidir se o PS avança com o apoio a algum candidato. Miguel Poiares Maduro acredita que uma candidatura do ex-Presidente da Assembleia da República vai "facilitar" a vida ao líder do PS.
Santos Silva considera que "as três candidaturas até agora formalmente apresentadas não esgotam nem o espaço político nem as propostas e perfis que devem estar representados".
Em contraciclo com Pedro Nuno Santos, Augusto Santos Silva considera que o PS deve viabilizar o programa do novo governo da AD, e recusa que a liderança da oposição pelo Chega seja um obstáculo.
Em entrevista exclusiva à Renascença, Gouveia e Melo revela que vai entrar na corrida às eleições presidenciais do próximo ano. Socialista Augusto Santos Silva deixa críticas.