Dias de calor excessivo devido às alterações climáticas causaram "sofrimento implacável", de acordo com um estudo científico divulgado esta sexta-feira.
A precipitação e a humidade do solo estiveram abaixo da média na maior parte da Europa de Leste, particularmente no oeste da Rússia, na Grécia e no oeste da Turquia.
Portugal registou 136 mortes relacionadas com calor por milhão de pessoas. Há 20 anos, com menos adaptações das cidades, a taxa de mortalidade teria sido 80% maior.
Na sexta-feira, os termómetros podem ultrapassar os 40°C, em especial no interior do Alentejo, nos vales dos rios Tejo e Douro e no Nordeste Transmontano, sendo esta a região onde se esperam as anomalias mais significativas da temperatura do ar.
Portugal está a viver dias de temperaturas muito elevadas, com vários distritos em aviso laranja e outros sob aviso amarelo. Em Bragança, Castelo Branco, Faro e Guarda, assim como nas regiões montanhosas da Madeira, o alerta devido às temperaturas altas mantém-se até sexta-feira.