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Cinema ao ar livre regressa a Évora

02 jul, 2021 - 11:54 • Rosário Silva

As noites de cinema, promovidas pelo Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, estão de regresso ao Jardim Tardoz, de 3 de julho a 28 de agosto.

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A partir deste sábado, 3 de julho, o Centro de Arte e Cultura (CAC) da Fundação Eugénio de Almeida (FEA) abre novamente as suas portas para o Cinema Paraíso, o ciclo de cinema ao ar livre que vai tomar conta do Jardim Tardoz, aos sábados, até ao final do mês agosto, com entrada livre.

“O programa procura festejar as possibilidades do cinema, percorrendo um conjunto de filmes exemplares que vão do musical ao filme de autor, passando pelo mudo musicado ao vivo, num convite à festa do cinema”, refere José Alberto Ferreira, diretor do CAC, numa nota enviada à Renascença.

O ciclo abre com Cinema Paraíso, de Giuseppe Tornatore (1988), uma “obra onde a nostalgia das imagens em movimento se transforma em aberta homenagem à magia do cinema do passado”, refere o responsável sobre um filme que ganhou muitos prémios, “e um lugar incontornável no imaginário do cinema ocidental.”

A iniciativa prossegue no dia 10 de julho, com Blake Edwards e uma Festa (1966), “imperdível”, numa sessão que pretende também assinalar o oitavo aniversário do CAC que acontece, precisamente, nesse fim-de-semana.

Buster Keaton em Steamboat Bill, Jr., “magistralmente musicado ao vivo por Filipe Raposo”, é o cine-concerto que se segue, no dia 31 deste mês.

No primeiro sábado de agosto, dia 7, Jacques Demy apresenta as suas Donzelas de Rochefort (1967), “uma comédia musical vibrante de cor e alegria”, destaca, José Alberto Ferreira.

A programação deste Cinema Paraíso não esquece o cinema em português, por isso, no dia 14 de agosto, passa o filme Rio do ouro (1998), “uma fascinante história de paixão, ciúme e nostalgia”, com a assinatura do realizador Paulo Rocha.

No dia 21, Roy Andersson com Da eternidade (2019) completa a programação, que encerra com um concerto de Xinês, financiado pelo Fundo Financeiro Extraordinário, criado pela FEA, no âmbito do apoio à comunidade artística.

“Xinês propõe uma viagem conjugando música e imagens, texturas e paisagens”, numa “ambiência que celebra o espaço, o encontro e as histórias que pontuam o programa deste ano”, assinala o diretor do CAC.

As sessões começam às 21h30, no Jardim Tardoz, do Centro de Arte e Cultura, com abertura do portão, junto ao quiosque do Templo Romano, às 21h00. Os 60 lugares da plateia serão ocupados por ordem de chegada, até ao limite de lugares disponíveis.

Os promotores asseguram que serão aplicadas todas as regras de segurança em vigor, nomeadamente o uso de máscaras e o distanciamento social entre lugares de plateia.

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