Ouvir
  • Noticiário das 12h
  • 09 dez, 2025
A+ / A-

Governo aprova aumentos da função pública para 2025

18 dez, 2024 - 17:33 • Lusa

Até ao final da atual legislatura está garantido, no mínimo, "um reforço mensal de 234 euros para os trabalhadores", destaca o ministro da Presidência.

A+ / A-

O Governo aprovou esta quarta-feira em Conselho de Ministros os aumentos salariais para a função pública para 2025, previstos no acordo com os sindicatos, nomeadamente uma subida de 56 euros por mês ou 2,15%.

"Hoje aprovámos, em linha com o acordo com sindicatos, os aumentos do salário mínimo na função pública para 878 euros, mais 56 euros por mês", para vencimentos brutos mensais de até 2.620,23 euros, salientou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, na conferência de imprensa após a reunião, sendo que para os salários superiores há um "aumento de 2,15%, superior ao que estava previsto pelo governo anterior".

Há também um aumento de 5% nas ajudas de custo, recordou.

O ministro da Presidência destacou que "no final da legislatura, horizonte do acordo, garante no mínimo um reforço mensal de 234 euros para os trabalhadores", reiterando que o Governo está "comprometido com paz social e valorização de rendimentos para todos".

Leitão Amaro salientou, assim, que além dos acordos de reforço para as forças de segurança, professores e enfermeiros, esta é uma "valorização para todos os funcionários públicos".

Ouvir
  • Noticiário das 12h
  • 09 dez, 2025
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Anastácio Lopes
    19 dez, 2024 Lisboa 09:25
    Recordo os alegados governantes deste ainda país, que o aumento que nos querem impor para 2025 de 56 €, é todo ele comido pela desonestidade intelectual que ainda hoje nos é imposta por este mesmo alegado Governo de nos continuar a comer pelo menos 1/3 dos Subsídios de Férias e de Natal, mantendo sobre os mesmos descontos para a CGA, ADSE, IRS, etc. Enquanto não forem devolvidos aos funcionários públicos ambos os subsídios mencionados sem descontos, qualquer aumento anual que nos seja imposto, continuará todo ele a ser comido pelos impostos que recaem sobre ambos os subsídios, empurrando-nos a todos para a pobreza e miséria, desmotivando-nos, quase não valendo a pena vir trabalhar, se estas são as formas de algum Governo lutar contra as pobreza e miséria os economistas que o digam, lamentando a cumplicidade de todos os sindicatos que apenas servem para nos comerem as quotas e nunca para defenderem os nossos legítimos direitos, nada fazendo para que este empurrão para as pobreza e miséria dos seus associados tenha um fim, pois nunca propuseram aumentos maiores para quem menos ganha e menores para os que mais ganham, como sempre o deveriam ter feito e nunca o fizeram. É para manter estas vergonhas laborais que há sindicatos da Administração Pública e as Confederações a que pertencem os mesmos? Total ausência de vergonha, de brio profissional e de honestidade intelectual mantém-nos estes ficticios sindicatos que nunca nos defenderam e um Governo que finge lutar contra a pobreza
  • Erros
    18 dez, 2024 País 17:49
    Pedro Passos Coelho, por um delírio qualquer, pensou que cortando salários e pensões em nome duma obscura "salvação nacional", a Função Pública e os Pensionistas responsabilizariam o PS pela situação das finanças e virar-se-iam contra ele, e não contra o PSD que lhes cortou salários e pensões, e vai de hostilizar abertamente funcionários públicos e pensionistas. Enganou-se redondamente e mandou a carreira política para a sucata, pondo de companhia o PSD a apanhar bonés em Eleições, durante muitos anos. Para desgosto do PS, Montenegro não repete esse erro. E ainda bem.

Destaques V+