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Pandemia

Covid-19. USF sobrecarregadas com pedidos de esclarecimento sobre vacinação dos 12 aos 15 anos

03 ago, 2021 - 01:40 • Vítor Mesquita (entrevista) , André Rodrigues (texto)

Presidente da Associação Nacional de Unidades de Saúde lamenta "falhas claras na comunicação" por parte da Direção-Geral da Saúde e reconhece um clima de ansiedade crescente nos pais de crianças entre os 12 e os 15 anos.

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Está a aumentar o número de pedidos de informação às Unidades de Saúde Familiar (USF) por parte dos pais de crianças entre os 12 e os 15 anos sobre quais os procedimentos a tomar para a vacinação contra a Covid-19.

O cenário é admitido à Renascença pelo presidente da Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar.

Diogo Urjais reconhece que, depois das posições contraditórias da Direção-Geral da Saúde e do Presidente da República, e dos respetivos acertos nas mensagens, as dúvidas e a ansiedade sobre o processo de vacinação de crianças e adolescentes continuam a preocupar os pais.

“Tal como em muitas coisas, os cuidados de saúde primários são sempre a linha da frente e a linha final para todas as dúvidas e esclarecimentos das famílias e, neste caso particular, dos pais, dada a não clarificação total da questão da norma que não define totalmente e, por isso, as pessoas estão com dúvidas sobre como irão proceder”, admite o médico.

Diogo Urjais considera, por isso, ser urgente um esclarecimento definitivo sobre o tema, por parte da Direção-Geral da Saúde e confirma os anseios dos pais de filhos entre os 12 e os 15 anos de idade.

“Neste momento é mais uma sobrecarga, porque as solicitações são variadas e há muitas dúvidas para esclarecer sobre o processo de vacinação. Quando não se tem uma definição clara sobre o rumo das coisas, aumenta as dúvidas e a sobrecarga aos profissionais. Devia haver uma clarificação inicial para que toda a gente soubesse como deveria proceder”, adverte Diogo Urjais.

No entanto, o presidente da Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar lembra que, para os profissionais de saúde, a necessidade de clarificação também é evidente.

O dirigente associativo lamenta o que diz serem as “falhas claras na comunicação, seja porque a informação chega tarde aos profissionais, seja porque a comunicação social sabe de algumas questões antes dos profissionais”.

É importantíssimo que, o mais rapidamente possível, se clarifiquem todas estas questões para que não haja ruído”, conclui.

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