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Covilhã

Covid-19. Centro Hospitalar Cova da Beira atingiu capacidade máxima nos cuidados intensivos

19 jan, 2021 - 19:43 • Lusa

UCI tem oito camas para doentes Covid, quatro para não Covid e estão, nesta altura, todas ocupadas. 97 doentes estão internados em enfermarias dedicadas ao novo coronavírus e no último sábado, o Centro Hospitalar da Cova da Beira abriu mais uma ala, aumentando a capacidade máxima para 125 vagas.

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O Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira (CHUCB), na Covilhã, distrito de Castelo Branco, tem todas as camas de cuidados intensivos ocupadas e já aumentou as vagas em enfermaria para doentes Covid-19.

Em resposta esta terça-feira à agência Lusa, o CHUCB explica que

O CHUCB explica ainda que o plano de contingência já se encontra no último nível e que a capacidade instalada está bastante "limitada".

"No CHUCB a capacidade instalada não está esgotada mas está bastante limitada. Não podemos esquecer que isto é um processo contínuo, sendo a única alternativa à presente situação a realização de uma gestão de altas muito cuidadosa, rigorosa, que atenda naturalmente à evolução clínica dos doentes internados para podermos ter alguma rotatividade e assim conseguir garantir camas [vagas] para a população que temos, acolhendo todos os doentes que delas precisem, Covid ou não Covid", refere.

Entre médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos, esta unidade de saúde tem "51 profissionais ausentes", seja por situação de infeção ou em isolamento profilático e os constrangimentos estão a ser ultrapassados com "muita flexibilidade e esforço redobrado dos que se mantêm em funções", aponta.

Apesar de estar perto do limite, o CHUCB também tem estado a dar apoio à rede do Serviço Nacional de Saúde, tendo acolhido "cerca de uma dezena e meia" de doentes com Covid-19 provenientes de outros hospitais de diferentes pontos do país.

Lembrando que, nesta altura, é difícil aumentar a capacidade existente porque não há recursos humanos disponíveis para contratar, o CHUCB reitera a importância de todos seguirem as recomendações das entidades de saúde para evitar a propagação do vírus.

"Mais importante que as medidas do Governo e a capacidade dos hospitais é o comportamento das pessoas em sociedade. Se todos contribuirmos, se houver bons exemplos evitamos a rotura dos hospitais, caso contrário não haverá camas nem hospitais que cheguem para as necessidades crescentes", frisa, na mesma nota, o presidente do Conselho de Administração do CHUCB, João Casteleiro.

A pandemia da Covid-19 provocou, pelo menos, 2.041.289 mortos resultantes de mais de 95,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.246 pessoas dos 566.958 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.


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