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Afeganistão. Joe Biden e Boris Johnson avançam com cimeira do G7

17 ago, 2021 - 23:49 • Lusa

O governo britânico anunciou também o lançamento de um programa para acolher 20.000 refugiados afegãos "a longo prazo".

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O presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, acordaram realizar uma cimeira virtual do G7 sobre o Afeganistão na próxima semana, revelaram a Casa Branca e Downing Street, esta terça-feira.

Numa conversa telefónica, os dois responsáveis políticos "saudaram a cooperação dos Estados Unidos e do Reino Unido" nas operações de evacuação no Afeganistão, segundo comunicado do gabinete do primeiro-ministro britânico.

Mas também discutiram "a necessidade de uma cooperação estreita e de continuar como aliados e parceiros democráticos" no que respeita à situação naquele país, agora nas mãos dos talibãs, disse a Presidência dos EUA.

O governo britânico anunciou também o lançamento de um programa para acolher 20.000 refugiados afegãos "a longo prazo", incluindo 5.000 no primeiro ano, na véspera de uma sessão especial do parlamento dedicada à crise causada pelo regresso dos talibãs ao poder.

"Temos uma dívida de gratidão para com todos aqueles que durante os últimos 20 anos trabalharam connosco para fazer do Afeganistão um lugar melhor. Muitos destes, especialmente mulheres, precisam agora urgentemente da nossa ajuda", afirmou o primeiro-Ministro Boris Johnson num comunicado do Ministério do Interior.

Boris Johnson disse ainda estar "orgulhoso por o Reino Unido ter sido capaz de pôr em prática um plano para os ajudar e às suas famílias a viverem em segurança no Reino Unido".

Um porta-voz dos talibãs prometeu que o movimento radical islâmico, que conquistou o poder no país nos últimos dias, vai proteger o Afeganistão, garantindo que não são movidos por qualquer desejo de vingança.

Apesar das promessas, a maioria da população mantém-se cética, com as gerações mais velhas a recordarem nitidamente o ultraconservadorismo islâmico defendido pelos talibãs nos anos 1990, incluindo as severas restrições às mulheres, os apedrejamentos e amputações públicas e o isolamento em relação ao resto do mundo.

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