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Um ano de Covid-19. Despesa do SNS com a pandemia ultrapassou os 900 milhões

28 fev, 2021 - 11:00 • Lusa

A maior fatia da despesa foi para gastos com pessoal e material de consumo clínico.

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A despesa paga pelas entidades do Ministério da Saúde com a pandemia de Covid-19 no ano passado ultrapassou os 900 milhões de euros.

Os dados oficiais indicam que a despesa no Serviço Nacional de Saúde (SNS) aumentou 11,3% em janeiro deste ano relativamente ao mesmo período de 2020, mais 93 milhões de euros, totalizando 915,9 milhões.

A maior fatia da despesa foi para gastos com pessoal e material de consumo clínico.

Segundo dados do Ministério da Saúde, para conseguir dar resposta à pandemia, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) contratualizou até final de janeiro deste ano 745 camas com o setor privado e social e 236 com as Forças Armadas, num total de 981.

No início da pandemia, em março do ano passado, o SNS tinha um total de 1.142 ventiladores para ventilação mecânica invasiva adaptáveis ao tratamento de doentes covid-19 e a capacidade quase duplicou, pois há neste momento 2.2161 ventiladores deste género.

O número de camas para internamento em enfermaria e nas unidades de cuidados intensivos disponíveis é gerido pelas instituições hospitalares, em coordenação com as respetivas administrações regionais de saúde e, por isso, o valor absoluto é variável, por vezes diariamente, em função das necessidades de cada momento.

De acordo com dados fornecidos à Lusa, no que se refere a camas em Unidades de Cuidados Intensivos, antes da pandemia havia 431 camas UCI nível III (janeiro 2020) e, a 10 de fevereiro, Portugal dispunha de uma capacidade possível de 1.411 camas em UCI.

Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, em fevereiro atingiu-se o pico de doentes internados tanto em enfermaria (6.869, 01 de fevereiro) como em UCI (904, 5 de fevereiro).

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  • da serra
    28 fev, 2021 portugal 22:18
    Informação capciosa. Só quem já não tem forças para respirar é que necessita de um ventilador. Até pode ser de tipo Ambu que funciona manualmente e que usei muitas vezes. São sempre situações graves que levarão à morte se não houver ventilação assistida — sobretudo, acidentes lesando o tórax ou o controlo neurológico e muscular da respiração. Em pneumonias intersticiais raramente são necessários. Não interessa ter milhares de ventiladores em armazém. Vão ser sucata. Deixem de gastar dinheiro com parvoíves

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